“PAI” ALEX GOMES / COCO DOS GOMES


 

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“PAI” ALEX GOMES, “O PATRIARCA DOS GOMES”
Por Janu

“Pai” Alex Gomes é “Mestre de Cultura Popular”. Tocador de pífano, aprendeu, ainda memino, a tocar este instrumento na cidade de cidade de Igaci (AL): onde nasceu e viveu até seus 11 anos de idade. Morou, em Maceió (AL), durante a adolescência e lá pôde conviver conviver com mestres (as) da cultura popular. Aos 19 passa a residir na comunidade quilombola Carrasco (zona rural de Arapiraca/AL), criando seu primeiro terreiro de Candomblé. Permanecendo neste local por alguns anos.

Atualmente, “Pai” Alex Gomes, reside na zona urbana a antiga “Capital Brasileira do Fumo”, onde mantém o “Ilè Axé Odadara Xangô Agodô” e a “Fazendinha de Zé da Pinga”. Junto com seus filhos do Axé e outros parceiros, criou, no ano de 2005, a ONG ( Organização Não Governamental) “Casa de Caridade de Candomblé Ilè Axé Odadara Xangô Agodô”.Esta ONG, liderada pelo “Pai” Alex Gomes , vem desde sua criação se dedicando ao enfrentamento as desigualdades sociais, por meio da cultura, sobretudo as de matriz “Nagô Juremeira”.

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Linha do Tempo (Alex Gomes / Coco dos Gomes e Igor Machado / Coco de Raiz ao Pop):
2017 – O Teatro Hermeto Pascoal recebeu no dia 18 de agosto, às 19h, a apresentação musical denominada “Coco de Raiz ao Pop”, com o multiartista, igor Machado (Coco Pop Xote Novo), e o “Mestre de Cultura Popular”, “Pai” Alex Gomes (Coco dos Gomes): ambos do estado de Alagoas. A apresentação fez parte do “Projeto SESC das Artes – Arapiraca”.

A partir das relações artísticas que “Pai” Alex Gomes e Igor machado estabelecem com o universo poético musical de Alagoas, sobretudo das ligações com as tradições de matrizes “Nagô Juremeiras” que atravessam rios, mares e sertões, faz surgir a ideia de “Coco de Raiz Pop”, cuja proposta é trazer aos palcos a arte da terra, do chão batido, da voz que ecoa até alcançar outras dimensões, do trupé que afirma: “Esse chão é nosso!”

Em 2014, Igor Machado conheceu Alex Gomes, “O Patriarca dos Gomes”; a partir de pesquisas para o docunetário intitulado “O Juremeiro de Xangô”. O projeto foi aprovado pelo MINC (Ministério da Cultura), através do dital “Curta Afirmativo – 2014”: Machado assina como roteirita, diretor assistente e trilha musical. Igor machado, em 2012, é contemplado no edital “Microprojetos da Bacia do São Francisco”, para entõ produzir e gravar, ao lado do coletivo por ele articulado, “Arteiros S/A”, o disco “Coco Pop Xote Novo”, fazendo com que o grupo aprofundasse suas buscas na música sem, contudo, perder o diãlogo com a literatura, e com as artes cênicas e circenses.

Foi começando como “riacho” que ,o “Coco Pop Xote Novo”, “desaguou” na “7.ª  Feira dos Municípios de Alagoas”, em janeiro de 2013. Em seguida, nas “Festas dos Santos Juninos” de 2013, compondo as programações das cidades de Arapiraca, maceió, Traipú, Craíbas (AL) e outras. Passaram pela “Feira da Reforma Agrária de Arapiraca” e por várias outras apresentações. Igor Machado, concorreu e foi contemplado no edital “Mais Cultura nas Escolas” do MINC/MEC.

Fonte: jornal Jornal de Arapiraca” (18 a 24 de agosto de 2017) – Janu.

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CINEMA -Iniciativa abordará cultura afrodescendente no interior de Alagoas

Pesquisa Vai Subsidiar Documentário
Por Assessoria

Uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Estadual de Alagoas (NEAB-Uneal), com a coordenação do professor Clébio Correia de Araújo, vai subsidiar a construção do documentário ‘O juremeiro de Xangô’, com direção da premiada cineasta Arilene de Castro. As gravações estão previstas para serem iniciadas ainda este ano, em Arapiraca.

O projeto do filme foi selecionado pelo edital ‘Curta afirmativo 2014: protagonismo de cineastas afro-brasileiros na produção audiovisual’, do Ministério da Cultura, e vai receber o aporte financeiro no valor de R$ 100 mil para a execução da obra.

“Fizemos um projeto para falar da Jurema Sagrada, que é uma religião afro-ameríndia criada no Nordeste. A Jurema é o retrato da diversidade cultural brasileira. Seu lastro ritual vem da pajelança indígena e do uso da fumaça como instrumento de cura”, explicou o pesquisador Clébio Correia.

O Candomblé e a Jurema Sagrada serão retratados a partir do trabalho do pai Alex Gomes da Silva, cujos terreiro e templo estão localizados em Arapiraca. “A ideia é tratar desse tema a partir da narrativa da vida do pai Alex Gomes da Silva e seu duplo pertencimento ao Candomblé e à Jurema”, ratifica Correia.

Fonte (link): http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/acervo.php?c=271794

[ Editado por Pedro Jorge / E-mail: pjorge-65@hotmail.com ]

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