ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes)


 
 
ACALA
Por Pedro Jorge*
 
A Academia Arapiraquense de Filosofia, Ciências e Letras foi criada no dia 14 de junho de 1987. Neste evento inaugural o 1.º presidente, Prof. Oliveiros Nunes, disse que aquele dia era um marco dentro da história das Letras de Arapiraca (AL). Esta instituição cultural tem a honra de contar com a presença do médico, Dr. Judá Fernandes de Lima – um homem culto e escritor de grande qualidade. Dr. Judá já foi presidente da casa em um mandato e por seus relevantes serviços prestados a Academia instituiu por iniciativa de seu presidente atual o escritor, Cláudio Olímpio dos Santos, a “Comenda ‘Dr. Judá Fernandes de Lima’”, como gratidão àquele que tem feito tanto pela cultura, não só da “Terra de Manoel André e Esperidião Rodrigues”, mas também de todo o estado. Dr. Judá foi quem sugeriu, em assembleia, que o nome da Academia se tornasse mais abrangente, passando a chamar-se oficialmente de ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes).

 

No excelente texto de autoria de Antônio Machado publicado no livro “ACALA: História e Vida (2009)”, ele relata: “A ACALA precisa de braços para ajudar e de mãos para construir. Novos horizontes vem se abrindo, novos membros vão chegando e a ACALA só tem a crescer. A história da cultura de um povo precisa ser preservada, resgatada e divulgada. Os patronos da ACALA foram tirados da sociedade, por seus relevantes serviços prestados à comunidade e com suas simplicidades souberam melhor que ninguém escrever páginas de vida memoráveis na história, deixando verdadeiros legados. Historicamente, as Academias estão ligadas a grandes sonhos de ilustres”. A obra ACALA: História e Vida, idealizada pelos acadêmicos, consta em seu conteúdo a vida de cada cidadão (ã) que integra esse sodalício do Agreste e Sertão da “Terra dos Marechais”. Novos presidentes foram sendo eleitos e reeleitos, como o Dr. Judá Fernandes, que dinamizou a vida da entidade, o presidente atual acadêmico, Cláudio Olímpio, que deu vida nova a Academia iluminada das Letras arapiraquenses criando o PROJACE (Projeto de Auxílio Cultural aos Estudantes), que visa incentivar a cultura nas escolas; injetou nova dimensão de trabalho; conquistou novos sócios e abriu ás portas para novos nomes da cultura que hoje valorizam esse órgão cultural. A 1.ª obra literária lançada pela ACALA foi a coletânea de poesias, “Canteiro de Poesias”.

Em um inspirado artigo dedicado ao “Jubileu de Prata (25 anos)” da ACALA escrito pela sócia benemérita, D. Almira Gouveia Alves Fernandes no “Informativo ACALA” (junho de 2012), ela cita que todos os patronos foram escolhidos entre nomes de arapiraquenses ilustres, sendo selecionados outros nomes de destaque nas Letras e nas Artes, nascidos em outros municípios alagoanos. A ACALA continua atuante, servindo de estímulo literário, não só para Arapiraca, mas para toda a região. É notório o esforço que se tem empreendido para despertar o gosto pela Literatura nas escolas, promovendo concursos literários, levando os acadêmicos ás escolas públicas e particulares, bem como trazendo alunos (as) e professores (as) para tomarem conhecimento dos trabalhos acadêmicos. A ACALA, também, estimula grupos teatrais, corais, recitais de canto e poesia, além de mostras de artistas plásticos e escultores, inclusive, trazendo para o seu quadro de sócios, não só pessoas ligadas às Letras, mas às Artes de um modo geral. A ACALA publica, anualmente, uma revista relatando as suas realizações, artigos e poesias de autoria dos seus (suas) acadêmicos (as). Este informativo é muito bem elaborado e, é patrocinado por várias empresas. Hoje, a ACALA conta com algumas das suas atuais 40 cadeiras vagas, o que também deveria ser preenchido, pois sempre é muito importante o ingresso de novos (as) sócios (as), que traz esperança e força para todo e qualquer associação cultural. Não é fácil manter-se uma Academia de Letras em funcionamento, mesmo recebendo alguns incentivos, como é o caso da ACALA, que foi contemplada com uma sede cedida pela Prefeitura Municipal de Arapiraca. Os “imortais” da ACALA almejam tempos melhores e mais interesse da população pelas Letras e Artes como, também, estímulo para a realização de grandes projetos literários-culturais.

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Sobre o presidente da “ACALA” (Cláudio Olímpio dos Santos):
Nasceu, em 30 de outubro de 1949, no município de Traipu (AL). É filho de Luiz Olímpio dos Santos e Bertulina Maria dos Santos. Trabalhou por um curto período como auxiliar de escritório em uma empresa beneficiadora de fumo. Em 1972, foi encarregado da UMC (Unidade Municipal de Cadastramento) do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Em 1973, fez o Curso Sobre Fenômenos Parapsicológicos de Conhecimento, ministrado pelo Pe. Oscar González Quevedo. Tendo feito o antigo Curso de Datilografia, em 1974, iniciou sua carreira como docente da mesma, lecionando por 18 anos. No final desse período, manteve convênio com o SESI (Serviço Social da Indústria), lecionando por dois anos. Em sua época estudantil,participou de vários clubes culturais e tornou-se presidente e orador oficial do Grêmio Estudantil. Em 1988, abriu um estabelecimento comercial permanecendo na profissão até 1999. Em 1997, abraçou com fascínio e entusiasmo a profissão de escritor que tanto almejava publicando, em 1999, o seu primeiro livro intitulado “Meditar é Viver”. Em 2000, tornou-se “imortal” e segundo tesoureiro da ACALA.

Em 2001, participou dos cursos “Como Enquadrar Projetos nas Leis de Incentivo à Cultura” e “Como Elaborar Projetos Culturais Para Empresas Patrocinadoras”, sendo, a seguir, autor de vários projetos culturais. Em novembro de 2002, lançou o seu segundo livro de auto-ajuda, denominado “Virtudes da Alma”. Em 2001, foi eleito presidente da ACALA com o mandato de dois anos. Em junho de 2005, recebeu a “Comenda Escritor Cipriano Jucá”, expedida pela Academia Maceioense de Letras e foi reeleito presidente da ACALA. Em 2007, foi reeleito pela terceira vez consecutiva, presidente da ACALA. Como presidente desta entidade cultural criou o “Título Ubiranice Cruz da Hora” – que é outorgado como incentivo a intelectuais que apresentarem à Academia trabalhos de relevante valor literário, artístico ou científico; o PROJACE – que visa incentivar a leitura, interpretação de textos e a prática de redação; a primeira Comenda da Academia, denominada “Comenda Judá Fernandes de Lima” e o primeiro livro de pesquisa sobre a Academia, intitulado “ACALA, História e Vida (2009)”.

Em 2005, recebeu a “Comenda Jornalista Rodrigues de Gouveia” e o título honorífico de sócio honorário, ambos da Academia Maceionse de Letras. É autor de vários artigos publicados no “Informativo ACALA” e, em jornais de Alagoas. Em outubro de 2005, lançou a sua terceira obra de auto-ajuda, “O Despertar da Existência”, e recebeu o certificado da participação do Workshop de “Planejamento Estratégico” da Secretaria de Cultura e Turismo de Arapiraca. Em 2006, foi homenageado com a “Comenda Luiz Barros Torres”, outorgada pela Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes. Manifestou parecer sobre várias obras de autores alagoanos e prefaciou o livro “Antologia Poética Maria das Neves”. Em setembro de 2007, foi homenageado mais uma vez pela Academia Maceionse de Letras, que lhe outorgou a “Comenda Poeta Cavalcante de Barros”. Em janeiro de 2008, recebeu a “Comenda José Fernandes de Lima” pela AAI (Associação Alagoana de Imprensa).

Em junho de 2008, foi homenageado com uma Moção (Voto de Aplauso), solicitado pelo vereador, José Lúcio, e concedido pela Câmara Municipal de Arapiraca, em reconhecimento ao seu relevante trabalho em promover a intelectualidade e os valores literários da região Agreste alagoana. Em julho de 2008, foi homenageado com uma placa pela Academia de Letras e Artes do Nordeste (Núcleo Alagoas), Academia Alagoana de Cultura e pela Fundação Pierre Chalita. Em outubro de 2008, recebeu o título de sócio honorário da Academia Palmeirense de Ciências, Letras e Artes. Através do Projeto de Decreto Legislativo Nº 07/2008, de autoria do vereador, Júlio Houly, o Poder Legislativo arapiraquense lhe concedeu a honraria de Cidadão Honorário de Arapiraca. Em dezembro de 2009, recebeu a “Comenda Poeta Aristeu Bulhões”, concedida pela Academia Maceionse de Letras. Em abril de 2010, foi reeleito presidente da ACALA, pela 5.ª vez consecutiva.

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“Conhecer com mais profundidade a cultura arapiraquense através de suas Letras e Artes é expandir os horizontes para novas descobertas, é concordar com o famoso físico, Albert Einstein, que disse: ‘A mente que se abre a uma nova descoberta jamais voltará ao tamanho original’.” – (Cláudio Olímpio dos Santos, presidente da ACALA)

O endereço da “ACALA” é:
Rua Eng. Gordilho de Castro, s/n – Centro (ao lado do Museu Zezito Guedes).
Visite e prestigie esta importante instituição cultural de Arapiraca!

* É funcionário público municipal efetivo, em Arapiraca, e um dos administradores do blog cultural “Arapiraca Legal”.

 
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Frases:
“Sem memória não há história. E sem o seu indispensável registro nada fica para ser repassado ás gerações futuras, levando a humanidade ao vazio cultural!”. – (Judá Fernandes de Lima, 1.º vice-presidente da ACALA)
 
“Conhecer com mais profundidade a cultura arapiraquense através de suas Letras e Artes é expandir os horizontes para novas descobertas, é concordar com o famoso físico Albert Einstein que disse: ‘A mente quase abre a uma nova descoberta jamais voltará ao tamanho original'”. – (Cláudio Olímpio dos Santos, presidente da ACALA ) 
 
[ Fonte (frases): livro “ACALA: História e Vida”, abril de 2009 ]
 
 HISTÓRICO / E Assim Tudo Começou…
Por Antônio Machado
 
O sonhar é próprio do ser humano, disse alguém acertadamente que, quem sonha, não é capaz de realizar, pois o sono quando aliado a teimosia do querer fazer, tem sido a alavanca de grandes realizações. Dizia o “imortal” Fernando Pessoa: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. 
 
Comecei a sonhar, imaginar um órgão cultural que viesse juntar, agregar, aglutinar um grupo de escritores, que tivessem livros escritos e até publicados, mas que não pertencessem a nenhum órgão ou academia. E esse ideal foi se avolumando em mim, era um sonho que parecia já começar se materializar, dentro de um pequeno tubo de ensaio. Mas como?Tomei a iniciativa de visitar as Cidades, na cata dessas pessoas ligadas a escrever a Cultura. Dinheiro pouco no bolso, tinha que viajar ás minhas custas, professor humilde. Fui a Santana do Ipanema/AL, convidei o Prof. Clerisvaldo Chagas e o Major Darcy Araújo, em Cacimbinhas/AL, convidei Geovan Benjoino em Pão de Açúcar (AL),

encontrei o poeta Erivaldo Vieira, na época, eu fazia faculdade em Arapiraca (AL), levei minha ideia ao Prof. Oliveiros Nunes Barbosa, que por sua vez convidou o pesquisador Zezito Guedes, Rosendo Correia de Macedo, Carlindo de Lira, João Gomes de Oliveira, e outros que foram chegando, e juntamente comigo passaram a compartilhar do mesmo sonho, que agora já estava se tornando uma realidade palpável.

“Que matuto ousado este, que sertanejo idiota idealizar uma Academia de Letras”, teria dito alguém, mas se isto ocorreu, não arrefeceu nossos ideais, pelo contrário, tornaram-nos mais fortes e coesos. Estávamos em meados de 1986. Mas onde nos reunir? Precisávamos de espaços. Então o escritor Zezito Guedes conseguiu uma sala na Biblioteca Municipal Prof. Pedro de França Reys, situada na Av. Rio Branco, centro de Arapiraca.

E numa manhã fria de um domingo de setembro, nos reunimos pela 1.ª vez, estávamos felizes, dos convidados, nem todos aceitaram, mas isto é natural, pois até a própria Bíblia diz-nos que “muitos são os chamados, e pouco são escolhidos”. Sabe-se, entretanto, que, o escritor não é melhor que ninguém, apenas escreve coisas diferentes das outras pessoas.

Como o nome foi escolhido “Academia Arapiraquense de Filosofia, Ciências e Letras”, na mesma ocasião foi escolhido o 1.º presidente, recaindo a escolha sobre o nome do profº Oliveiros Nunes tendo como Vice-Presidente o Major Darcy de Araújo Melo, hoje de saudosa memória. Estávamos eufóricos, alegres, agora nosso sonho era uma realidade.

Timidamente, fomos chegando e galgando espaços na sociedade, e finalmente no dia 14 de junho de 1987, oficializou-se a “Academia Arapiraquense de Filosofia, Ciências e Letras”, sem alarde, sem coquetel, mas muita alegria. Fizeram uso da palavra o próprio presidente dizendo que aquele dia era um marco dentro da História das Letras de Arapiraca, o vice-presidente, Major Darcy, da caserna, disciplinado do Exército foi enfático ao dizer que a academia deveria ter como objetivo precípuo a vanguarda da Cultura, enquanto o escritor Zezito Guedes disse que se sentia satisfeito por pertencer ao 1.º quadro de imortais daquele sodalício das Letras. Valho-me aqui, prezado leitor,
neste comentário das palavras do Imortal Humberto de Campos na sua obra magistral “Á Sombra das Tamareiras”, quando escreveu: “Se há sonhos que valem uma vida, vida não há que valha um sonho”.

Anos mais tarde, tivemos a honra de termos no quadro da academia o famoso médico Dr. Judá Fernandes de Lima, homem culto, probo e escritor de escool, que veio engrandecer a academia, mesmo tendo começado a escrever e publicar seus trabalhos já tarde, mas o tem feito com muita frequência, já foi presidente da Casa em um mandato e a
academia por seus relevantes serviços prestados á Cultura, instituiu, por iniciativa de seu presidente atual, escritor Cláudio Olímpio dos Santos, a Comenda Dr. Judá Fernandes de Lima, como preito de gratidão aquele que tem feito tanto pela Cultura, não só de Arapiraca, mas também por Alagoas.

Em sendo Dr. Judá Fernandes homem de visão, sugeriu em assembleia, que se alargasse o nome da Academia dentro de um campo mais abrangente, passando a chamar-se oficialmente de ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes), cujo alvitre foi aceito por todos os acadêmicos. Estava criada a Academia ACALA, não podíamos
mais perder tempo, muito embora o eminente poeta e crítico literário norte-americano Delmore Schwartz tenha escrito “o tempo e a escola em que nós instruímos”.

Tivemos fracassos, dissabores, dúvidas, discussões, mas a verdade sempre prevaleceu, mas tudo isso foram sementes que nos ajudaram a crescer, não importa, claro leitor, quantos passos foram dados errados, quantos quilômetros rodados em vão, eu mesmo tenho que viajar mais 80 quilômetros para participar das reuniões, e, modestamente, sou
dos mais assíduos. Precisamos de braços para nos ajudar, de mãos para construirmos juntos e de pés para caminhamos juntos na busca dos mesmos ideais, novos horizontes vem se abrindo, novos membros vão chegando e a ACALA só tem a crescer.\

A história da Cultura de um povo precisa ser preservada, resgatada pra os próceres. Disse com muita propriedade o grande orador romano Cícero que “A história é a testemunha dos tempos, a luz da verdade, a vida da memória, a mestra da vida”. Para crescermos necessitamos de apoio cultural, econômico, de ideias, enfim, dependemos de um série de fatos para sobrevivermos. Sentenciava Dom Hélder Câmara: “Ninguém é melhor que todos juntos”. Os patronos da ACALA foram tirados do meio do povo, da sociedade, por seus relevantes serviços prestados á comunidade, ás vezes, até no anonimato, mas que com suas simplicidades souberam melhor que ninguém escrever páginas de vida memoráveis na história, deixando verdadeiros legados de que tão bem se espelharam os que escreveram sus biografias para perlustrar a “ACALA, História e Vida”.

Historicamente, as academias pelo mundo afora estão ligadas a grandes sonhos de ilustres, registre-se a Academia Francesa, fundada em 1635, pelo 1.º Ministro do Rei Luís XIII, o Cardeal-Duque de Richelieu, e que, posteriormente, no dia 20 de julho de 1897, foi fundada a ABL (Academia Brasileira de Letras), idealizada pelo eminente escritor, Machado de Assis, que se constitui seu 1.º presidente, moldado nos ideais da Academia Francesa, e em 1.º de novembro de 1919 foi criada a Academia Alagoana de Letras, tendo como 1.º presidente o prof.º Moreira e Silva. E anos mais tarde, um grupo de intelectuais criou a Academia Maceioense de Letras no dia 11 de agosto de 1955, tendo como 1.º presidente o jornalista Augusto Vaz Filho.

A ACALA não se orgulha de possuir em seu quadro de acadêmicos os melhores literatos da cidade, mas uma plêiade de estudiosos e guardiões da cultura e das letras de uma região, e que hoje merece o repeito e decência da sociedade, merecedora de reconhecimento dos órgãos educacionais e dos poderes constituídos. Tanto é assim que,
ano passado (2007) o Poder Legislativo de Arapiraca publicou um valioso trabalho de resgate da história daquele Poder, registrado nas Atas da Casa, e colocou o trabalho de reconhecido valor histórico sob a apreciação devida da ACALA, modestamente, fui um dos escolhidos, na ordem de três acadêmicos, por deferência do presidente atual da
ACALA, acadêmico Cláudio Olímpio dos Santos, para opinar sobre o trabalho em apreço, que teve ótima repercussão nos meios culturais.

Este trabalho que ora escrevo para o livro “ACALA: História e Vida”, constitui-se num capítulo vivo de resgate dessa história sem subterfúgios nem rodeios para se dizer o que é necessário, narrando com propriedade a verdadeira história da ACALA, que certamente, agora, a sociedade estudiosa e cultural de Arapiraca e alhures encontrará uma fonte de pesquisa atualizada para suas consultas, quando achar conveniente e quiser fazê-lo.

A obra “ACALA: História e Vida”, idealizada pelos acadêmicos, enfeixa em seu conteúdo a vida de cada cidadão ou cidadã que integra esse sodalício iluminado das Letras do Agreste e Sertão da “Terra dos Marechais”. E, os anos se foram… A ACALA atingiu a sua maioridade (1987 – 2008), novos presidentes foram sendo eleitos e reeleitos, como
Dr. Judá Fernandes, que dinamizou a vida da entidade, o presidente atual acadêmico Cláudio Olímpio que deu vida nova aquele sodalício iluminado das letras arapiraquenses, criou o PROJACE, e que visa incentivar a cultura nas escolas, injetou nova dimensão de trabalho, conquistou novos sócios acadêmicos, abriu ás portas da academia novos nomes da cultura que hoje prontificam e valorizam esse órgão cultural.

Sendo Canteiro de Poesias, a 1.ª obra lançada pela ACALA com a participação de vários escritores e poetas, uma verdadeira relíqua da história da instituição, na gestão do então presidente, Judá Fernandes, foi instituída a revista da academia, sendo o primeiro número publicado, em 14 de junho de 2002, e sequenciado nos anos seguintes sempre
contando com a colaboração efetiva de todos os acadêmicos, cujo trabalho literário vem crescendo a cada ano, e é sempre aguardado com ansiedade por todos.

A ACALA mantém uma tradição desde sua instituição a comemoração do São João dos Acadêmicos, como também a confraternização natalina, em momentos de alegria contagiante, onde a família acadêmica se reúne alegremente para festejar o Natal.

Estes relatos aqui escritos, prezado leitor, servirão de apanágio para aqueles que vierem depois, como começou a verdadeira História e Vida da ACALA. Concluo o meu comentário com o sábio aforismo latino do poeta romano Virgílio que disse: “Haec olimmeminisse uvabit” (“Como é bom recordar estas coisas”).

HINO DA ACALA
Autoria: Sr. Leniro Medeiros da Silva (pai do acadêmico Tony Medeiros)

ACALA és uma filha / Do saber universal
Das entranhas da memória / De um concerto divinal.

Tu és a mãe sapiente / Da força do pensamento
És diretora-mestra / De um divino sacramento.

Tua função é juntar / Todo filho do saber
És casa familiar / Do amor e do querer.

Tu tens a função divina / De promover a cultura
De mandar pro universo / O saber da criatura.

É a rosa perfumada / Que emoldura o caminho
És companheira imortal / Da essência do carinho.

Como ave maviosa / Que ama os filhinhos teus
Tu amparas teus rebentos / Pois és projeção de Deus.

[ Fonte: Livro “ACALA: História e Vida”, abril de 2009 ]

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SÓCIOS EFETIVOS E RESPECTIVOS PATRONOS

Cadeiras / Sócio Efetivos / Patronos
 
01. Solon Barroso Barreto / José Rodrigues Resende
02. Manoel André de Melo / Mons. Francisco F. Macedo
03. Virgílio Maurício ( Patrono )
04. Cláudio Olímpio dos Santos / Anphilóphio C. Souza Guerra
05. Dionísio Barbosa Leite / Graciliano Ramos
06. Carlindo de Lira Pereira / Lourenço de Almeida
07. Rodolfo Coelho (patrono)
08. Jorge de Lima (patrono)
09. Rosendo Correia de Macedo / Manoel Firmino Leite
10. Manoel Tenório Sobrinho / Judas Isgorogotas
11. Théo Brandão (patrono)
12. Antônio Machado Neto / Domingos Rodrigues
13. Cícero Galdino dos Santos / Pe. Antônio Lima Neto
14. Emanoel Fay da M. Fonseca / Francisca P. de Macedo
15. Juvino Cavalcante (patrono)
16. Zezito Guedes / Pedro de França Reis
17. Virgílio R. Silva (patrono)
18. Ronaldo Oliveira Silva / Domingos Correia
19. Judá Fernandes de Lima / Breno Accioly
20. Serapião R. de Macedo (patrono)
21. Olegário Magalhães (patrono)
22. Antônio Rochere (patrono)
23. Guimarães Passos (patrono)
24. Arthur Ramos (patrono)
25. Lourenço Peixoto (patrono)
26. Zaluar Santana (patrono)
27. Simone Bastos Silva Dantas / Nelson Palmeira
28. Erady Moraes Senna / Pedro T. de Vasconcelos
29. Roberto Lúcio Barbosa / José Maria de Melo
30. Maria Madalena B. de Menezes / Jayme de Altavila
31. Roberto Gonçalves da Silva / Aloísio Brandão Vilela
32. João Batista Pereira da Silva (patrono)
33. Lucicleide da Silva / Izabel Torres de Oliveira
34. Inez Amorim da Silva / Edler Tenório D’Almeida Lins
35. Domingos da Fonseca Sobrinho / Dom Constantino Luers
36. Maria Francisca Oliveira Santos / Coaracy da Mata Fonseca
37. Cárlisson Borges T. Galdino / João Ribeiro Lima
38. Égide Jane de Amorim / Maria de Lourdes de A. Barbosa
39. Tony Carlos Medeiros da Silva / Padre Jeferson de Carvalho
40. Renilson Pereira dos Santos / Nelson Rodrigues.
 
 
DIRETORIA
 
Presidente: Cláudio Olímpio dos Santos
1.º vice-presidente: Judá Fernandes de Lima
2.º vice-presidente: Lucicleide Silva
1.º secretário: Domingos da Fonseca Sobrinho
2.º secretário: Antònio Carlos da Conceição
1.º tesoureiro: Cárlisson Borges T. Galdino
2..º tesoureiro: Manoel Tenório Sobrinho.
 
[ Fonte: “Informativo ACALA” N.º 10, junho de 2011 ]
 
Nota: falta atualização. AGUARDE.
 
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ACALA na V Bienal Internacional do Livro, em Maceió
Por Paulo Marcelo ( 20 de outubro de 2011 )
 
 A ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) vai lançar três obras na V Bienal Internacional do Livro. A Bienal vai acontecer entre os dias 21 e 30 de outubro, no Centro Cultural e de Exposição Ruth Cardoso (Centro de Convenções), no bairro Jaraguá, em Maceió/AL. Durante o evento, diversos livros de imortais arapiraquenses estarão á disposição dos leitores nos estandes das Academias de Letras de Alagoas e da Prefeitura de Arapiraca. “É de fundamental importância participar da V Bienal Internacional do Livro. Com o espaço cedido a Academia Arapiraquense de Letras e Artes convido os leitores para
visitar os estandes e observar a produção literária de Arapiraca”, disse Cláudio Olímpio, presidente da ACALA. No dia 28 haverá uma programação especial para os acadêmicos arapiraquenses.
 
Ás quatro da tarde, na sala Lêdo Ivo, será realizada uma palestra com o Acadêmico Carlindo de Lira Pereira com o tema “A Importância da Leitura Para Crianças e Jovens Alagoanos”. Logo em seguida, na mesma sala, haverá a apresentação dos pontos de lazer e difusão da cultura de Arapiraca, que será mostrado pela turismóloga Franciane Santos Azevedo. Ás sete da noite, no estande das Academias de Letras de Alagoas haverá o lançamento coletivo dos livros “Jasmim”, do Acadêmico Cárlisson Galdino, “O Cordel do Setentão”, do Acadêmico Judá Fernandes e “Contículos” da Acadêmica Maria Madalena de Menezes.“Sócios efetivos, honorários, beneméritos e sócios correspondentes da ACALA estão orgulhosos e felizes com os lançamentos de três obras de acadêmicos arapiraquenses. Vamos continuar o trabalho superando obstáculos e buscando mais apoio para que a produção das Letras e Artes continue firme em Alagoas”, comentou Cláudio Olímpio.
 
[ Fonte: http://www.novonordeste.com ]
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A ACALA Fortalece a Cultura Arapiraquense Incentivando a Arte da Leitura, Desenvolvendo Ações e Destacando o Município no Circuito da Cultura no Estado
Por Roberto Gonçalves ( 19 de novembro de 2011 )
 
Criada em Arapiraca por um grupo de artistas e intelectuais em 1987, a ACALA vem a cada dia projetando o nome da “Terra de Manoel André e Esperidião Rodrigues” no cenário da cultura em nível estadual. A instituição de cultura através do seu presidente, o professor e escritor Claudio Olímpio dos Santos, e demais sócios efetivos é sempre solicitada e convidada para participar de eventos ligados a cultura no município e no estado.
 
A implantação da Academia Miguelense de Letras em São Miguel dos Campos teve a participação efetiva da ACALA. A academia mantém relacionamento permanente com outras academias dos Estados brasileiros e com as academias de Palmeira dos Índios (APALCA) e de Penedo. A ACALA teve participação destacada quando da realização da “V Bienal Internacional do Livro” realizada em Maceió no Centro de Convenções Ruth Cardoso.
 
Atividades Culturais Realizadas:
* A ACALA participou de exposição dos livros dos acadêmicos no estande das Academias de Letras do Estado de Alagoas;
* Participou do lançamento coletivo de três obras dos membros da instituição no estande das Academias de Letras de Maceió;
* Participou da distribuição de poemas eruditos e de literatura de cordel de autores da ACALA, aos visitantes do estande das Academias de Letras de Alagoas durante a realização da V Bienal Mundial do Livro;
* Distribuição do Informativo anual das atividades da Acala. Contatos para intercâmbio cultural com presidentes das Academias de Letras e outras Instituições ligadas à cultura no estado;
* Palestra na sala Lêdo Ivo, com o acadêmico Carlindo de Lira, membro efetivo da ACALA quando da realização da” V Bienal Internacional”;
* Apresentação dos “Pontos de Lazer e Difusão da Cultura de Arapiraca”, na sala Lêdo Ivo no Centro de Convenções.
* Interação dos escritores da ACALA com crianças frequentadoras da Arapiraquinha (mini bibliotecas);
* Visita do presidente, Cláudio Olímpio dos Santos, a oficina do “Livro de Pano”, projeto da Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Arapiraca na V Bienal do Internacional do Livro que, junto a Arapiraquinhas, deram destaque a Arapiraca que, por puro mérito, foi premiada pelo Pro-Livro, com o “Túnel do Livro”.Para o presidente da ACALA, Claudio Olimpio, “a participação da instituição de cultura na V Bienal foi uma demonstração cultural em busca de meios que a dignifique junto à população do nosso Estado e, em especial, do nosso Município, a ACALA, participou integralmente da “V Bienal Internacional do Livro”. A ACALA se fez presente, desde a sua abertura que aconteceu no dia 21 de outubro , até o dia 30 o referido mês”.
Cláudio Olímpio dos Santos e demais membros da ACALA, não mediram esforços para dar destaque da instituição de cultura nessa bienal. Com o apoio do Prefeito Luciano Barbosa através da Prefeitura de Arapiraca, assistência e apoio durante todo o evento do Secretário Municipal Josivan Vital, o Presidente Cláudio Olímpio não desperdiçou tempo, aproveitou com entusiasmo todas as oportunidades utilitárias que surgiram durante a bienal.Exposição Literária
A ACALA participou da VII Exposição Literária da Escola Santa Clara nos dias 12 e 13 com intensas atividades culturais de incentivo à leitura. O evento foi idealizado pelos educadores, coordenadores e direção da instituição de ensino.
Todos os anos a instituição participa do evento com seus sócios efetivos e com exposição de livros de autores arapiraquenses membros da instituição. Este ano ficou definida uma homenagem aos nossos ancestrais Vovô e Vovó.Foram instalados 24 estandes, palco para as apresentações com 450 lugares. Foram apresentados trabalhos com base em 54 títulos de livros lidos e interpretados pelos alunos durante o ano letivo. Participaram da “VII Exposição Literária” os escritore,s Claudio Olimpio, Domingos da Fonseca Sobrinho, Cárlisson Galdino e Carlos Conceição; todos sócios da ACALA.[ Fonte: cadaminuto.com.br ]

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ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) Comemora Jubileu de Prata / Solenidade foi realizada no Teatro do SESI e contou com a presença de autoridades e convidados
Por Roberto Gonçalves

A ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) comemorou na última sexta-feira, 15 , os seus 25 anos de fundação. O ato solene muito prestigiado pela sociedade alagoana e arapiraquense foi realizado no Teatro do SESI no bairro Primavera e contou com a presença de autoridades, intelectuais e convidados além de familiares dos acadêmicos.
O ato marcante da solenidade foi à posse do novo sócio efetivo o escritor e professor, Cícero Galdino dos Santos e a entrega da comenda Judá Fernandes Lima para várias autoridades a exemplo do escritor Francisco Reinaldo Amorim de Barros, autor do ABC das Alagoas que está prestes a lançar a sua segundo edição atualizada.

Na solenidade, foi lançado a 11ª edição do informativo da entidade cultural e o acadêmico Judá Fernandes Lima fez a saudação ao novo sócio efetivo da ACALA. A solenidade serviu para a posse dos novos sócios beneméritos a exemplo do chefe de gabinete do Governo Municipal, Josivan Vital que representou o prefeito Luciano Barbosa na solenidade.
Outros novos sócios beneméritos empossados na solenidade do Jubileu de Prata da ACALA, o tabelião Cícero Tadeu Ribeiro, o médico, Sandro Luiz Machado, a empresária Rita de Cássia Souza Barbosa Nunes e o sócio honorário, radialista José Silva Rocha.

Na abertura da solenidade o cantor e acadêmico, Manoel Tenório, cantou o Hino Nacional Brasileiro e em seguida o Hino da entidade de cultura. A solenidade contou com a presença do desembargador Juarez Marques Luz, do presidente da Academia de Letras de Penedo, Valfredo Messias, Claudemiro Avelino de Souza representando ALMAGIS (Associação dos Magistrados Alagoanos), empresário, Wilton Malta, vereadoras por Arapiraca, Graça Lisboa e Gilvânia Barros. O advogado, Maurício Fernandes dos Santos, representou na solenidade a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil / Seccional Arapiraca).

O acadêmico Ronaldo Oliveira fez a saudação aos novos sócios honorários e beneméritos e o acadêmico Antônio Carlos Conceição fez a apresentação do Informativo da ACALA. Em seu discurso, ressaltou a importância da ACALA para a Cultura alagoana e arapiraquense, afirmando que a entidade se projeta no cenário da cultura alagoana como um desafio e, em cima dos desafios é que projetamos a alma.

A cerimônia foi presidida pelo presidente da ACALA, escritor e professor, Cláudio Olimpio dos Santos, que em seu discurso ressaltou a importância da ACALA para a Cultura e como instrumento ativo em Arapiraca dedicado a Cultura e a Educação. O presidente fez um relato das atividades da entidade e um histórico dos seus 25 anos de atuação na “Terra de Manoel André e Esperidião Rodrigues”.
O momento artístico contou com a apresentação do cantor e acadêmico, Manoel Tenório, e do comediante penedense, Ronaldo Luiz dos Santos. A cerimônia teve como mestre, o acadêmico, Carlindo de Lira Pereira. Após a solenidade foi servido um coquetel aos convidados.

[ Fonte: bobgonsalves.blogspot.com.br, postado em 17 de junho de 2012 ]

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ACALA NO JUBILEU DE PRATA
Por Judá Fernandes de Lima ( 1.º vice-presidente da ACALA )

1
Em vinte e quatro de junho / A fundação da ACALA
Vamos então comemorar / Com discursos e muita fala.

2
É o Jubileu de Prata / Da querida Academia
Que faz um quarto de século / Vendo as Letras todo dia.

3
Merece uma grande festa / Expressiva data da ACALA
Academia que sempre escreve / E que também não se cala.

4
Movimentos culturais / Têm suas oscilações
Expostas ao tempo e ao vento / Sofrem as suas mutações.

5
ACALA – História e Vida / Livro que veio mostrar
A criação da sociedade / E seus feitos relembrar.

6
O informativo da ACALA / Dez anos agora já fez
Bom trabalho literário / Que tem vida, voz e vez.

7
Pois a nossa Academia / Fazendo Literatura
Está no caminho certo / Para manter a postura.

8
O nosso presidente Cláudio / Destemido timoneiro
Comanda com maestria / E segurança o veleiro.

9
Aproveito a oportunidade / Para fazer um apelo:
Frequente a nossa entidade / Tão carente do seu zelo!

10
Vamos soprar a velinha / Desta passagem vibrante
Cantando o hino da ACALA / Com o coração exultante.

11
Com alegria inusitada / Assim desejo saudar
E parabéns efusivos / E aplausos manifestar.

12
Deus salve a nossa Academia / E tenha um futuro promissor
Promovendo a comunidade / Mais letras com mais amor.

*************************************************************************************
Doze foram as quadrinhas / Escritas com muito prazer
Para marcar solenidade / Das Letras e Artes do Saber.

[ Fonte: informativo ACALA N.º 11, junho de 2012 ]

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PARCERIA ENTRE ACALA E UNEAL VIABILIZARÁ PUBLICAÇÕES

No mês de abril, iniciou-se uma importante parceria entre a ACALA (Academia  Arapiraquense de Letras e Artes) e a UNEAL (Universidade Estadual de Alagoas). Por  iniciativa do acadêmico Prof. Carlindo de Lira Pereira, ocupante da cadeira N.º 06 da ACALA e prof. do Campus II da UNEAL, intermediou o encontro entre o  presidente da ACALA, Cláudio Olímpio dos Santos, e o reitor da UNEAL, Prof. Jairo Campos da Costa, com o objetivo de fomentar a publicação e divulgação conjunta de  obras literárias no interior do estado de Alagoas foi firmado uma parceria que vai  proporcionar a chegada de várias obras para o público leitor alagoano.

Neste primeiro momento o fomento vai acontecer por meio do auxílio ao pesquisador  para divulgar produções dos membros da ACALA, sob a organização do professor  Carlindo e da também acadêmica professora dra. Maria Francisca Oliveira, pró-reitora de pós-graduação e pesquisa da UNEAL.

[ Fonte: Informativo “ACALA” N.º 13, junho de 2014 ]

[ Editado por Pedro Jorge / E-mail: pjorge-65@hotmail.com ]

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7 Respostas para “ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes)

  1. É dessa forma que se informa, registrando fatos, revelando a história e mostrando á nossa comunidade a desenvoltura cultural da nossa gente. Pois o Blog Arapiraca Legal tem desempenhado um trabalho magnífico, dígno de elogios. Como havera dito; “Esse blog tem se torrnado uma verdadeira fonte de pesquisa”.

  2. Obrigado Cícero Galdino por mais uma vez prestigiar o nosso Arapiraca Legal, que tem por finalidade informar e resgatar nossas origens, e que de uma forma simples e objetiva iremos sempre estar aqui, buscando informações que eleve a Cultura da terra de Manoel Andre.
    Atenciosamente:
    Gilvan Juvino da Silva

  3. INDELICADO OFENSOR
    Por Cláudio Olímpio dos Santos (presidente da ACALA, 01/06/2017)

    Uma das maiores ignorâncias é censurar alguém, alguma Instituição ou qualquer outra coisa que não se conhece. O nosso ambiente social está repleto de indivíduos desta estirpe que, sem relevo e, disfarçados de eruditos, usam de sua incompreensão para argumentarem ilogicamente seu ponto de vista. Uma forma infeliz que essa linhagem de indivíduos encontra para compatibilizar o que eles entendem por padrão de valor. São os plantonistas do mal metidos a sábios, expostos em seus frágeis pedestais.

    Um indivíduo que nunca havia visto (pelo menos que me recorde), nem ouvi falar no seu nome, (mas que posteriormente confirmei ser um vocalista de uma pequena banda de música), colocou um artigo na página 20 do JORNAL DE ARAPÍRACA, datado de 7 a 13 de abril de 2017, com seu retrato ao lado da foto da sede da ACALA e de sua logomarca. Dando a entender ser um profissional da Literatura e um eminente conhecedor das ações deste sodalício. Com seu intento maligno, teceu comentários mentirosos com insinuações agressivas a esta entidade, sua Diretoria e membros que, com imenso sacrifício e sem ajuda do poder público, vem conduzindo os seus trabalhos com sucesso, honra e vigor.

    Em suas falsas declarações, o agressor revelou que a ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) estava de braços cruzados, não acompanhava a evolução da escrita e ainda fez referências insinuosas de que ela vinha mantendo a pompa de distribuir cadeiras a alguns imortais que escreveram livros de Auto Ajuda, manifestando com clareza, o seu diminuto intento vergonhoso, de ofender a essa valiosa Instituição digna de respeito. Esse desventuroso alardeador, ao fazer a sua denunciação caluniosa, sequer leu a XV edição do Informativo ACALA editado no ano passado (2016), onde anunciamos a premiação de mais de R$ 6.000,00 para os seis primeiros colocados do concurso de redação (da 6ª edição) do PROJACE (Projeto de Auxílio Cultural aos Estudantes), onde publicamos a premiação acima mencionada (entregue aos vencedores do concurso) e outorgada pelos empresários arapiraquenses, pelo Dr. Francisco Reynaldo (autor do ABC das Alagoas que reside no Rio de Janeiro) e por alguns acadêmicos.

    O desafável crítico desinformado, fez referência elogiosa a um acadêmico como criador da ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) onde, na verdade, esse nome foi ideia do então presidente Judá Fernandes que, com a aprovação da Assembleia, retraiu o nome Academia Arapiraquense de Filosofia Ciências e Letras em benefício do nome acima citado no início deste parágrafo. Desta forma, foi feito o casamento das letras com as artes e os artistas competentes, também ganharam a oportunidade de ingressar nesta egrégia Academia.

    As contradições do mal falador de uma das maiores entidades culturais do município de Arapiraca (AL), foram diversas e os seus minutos de fama desvaneceram, pois entendemos que falar não é sinônimo de saber. Buscar informações verdadeiras, é um dever sagrado de qualquer cidadão responsável que tenha o desejo de obtê-las; porém, não aceitamos nenhuma intenção perniciosa que venha a ferir a honorabilidade desta Academia. Não podemos silenciar diante de tamanha falta de responsabilidade. Enquanto a atual gestão estiver conduzindo os seus trabalhos, esta Entidade Cultural será defendida com toda energia.

    Fonte (link): http://diarioarapiraca.com.br/post/sandro-lins/presidente-da-acala-rebate-criticas-e-presta-contas-/15/29613

  4. ACALA fortalece a cultura arapiraquense e incentiva a arte da leitura
    Por Roberto Gonçalves em 19 de Novembro de 2011

    Criada em Arapiraca por um grupo de artistas e intelectuais em 1987 a ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) a cada dia vem projetando o nome da terra de Manoel André no cenário da cultura em nível estadual. A instituição de cultura através do seu presidente o professor e escritor Claudio Olimpio dos Santos e demais sócios efetivos é sempre solicitada e convidada para participar de eventos ligados a cultura no município e no estado. A implantação da Academia Miguelense de Letras em São Miguel dos Campos teve a participação efetiva da Acala. A academia mantém relacionamento permanente com outras academias dos estados brasileiros e com as academias de Palmeira dos Índios e Penedo. A Acala teve participação destacada quando da realização da V Bienal Internacional do Livro realizada em Maceió no Centro de Convenções Ruth Cardoso.

    Atividades culturais realizadas De acordo com o presidente Claudio Olimpio a Acala participou de exposição dos livros dos acadêmicos no estande das Academias de Letras do Estado de Alagoas. Participou do lançamento coletivo de três obras dos membros da instituição no estande das Academias de Letras de Maceió. Participou da distribuição de poemas eruditos e de literatura de cordel de autores da Acala, aos visitantes do estande das Academias de Letras de Alagoas durante a realização da V Bienal Mundial do Livro. Distribuição do Informativo anual das atividades da Acala. Contatos para intercâmbio cultural com presidentes das Academias de Letras e outras Instituições ligadas à cultura no Estado. Palestra na sala Lêdo Ivo, com o acadêmico Carlindo de Lira, membro efetivo da Acala quando da realização da Bienal Internacional. Apresentação dos “Pontos de Lazer e Difusão da Cultura de Arapiraca”, na sala Lêdo Ivo no Centro de Convenções. Interação dos escritores da Acala com crianças freqüentadoras da Arapiraquinha (mini bibliotecas) Visita do presidente Cláudio Olímpio dos Santos, a oficina do “Livro de pano” projeto da Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Arapiraca na V Bienal do Internacional do Livro que, junto a Arapiraquinha, deram destaque a Arapiraca que, por puro mérito, foi premiada pelo Pro – livro, com o “Túnel do Livro”. Para o presidente da Acala, Claudio Olimpio, “a participação da instituição de cultura na V Bienal foi uma demonstração cultural em busca de meios que a dignifique junto à população do nosso Estado e, em especial, do nosso município, a Acala, participou integralmente da V Bienal Internacional do Livro. A Acala se fez presente, desde a sua abertura que aconteceu no dia 21 de outubro , até o dia 30 o referido mês”. Cláudio Olímpio dos Santos e demais membros da Acala, não mediram esforços para dar destaque da instituição de cultura nessa bienal. Com o apoio do Prefeito Luciano Barbosa através da Prefeitura de Arapiraca, assistência e apoio durante todo o evento do Secretário Municipal Josivan Vital, o Presidente Cláudio Olímpio não desperdiçou tempo, aproveitou com entusiasmo todas as oportunidades utilitárias que surgiram durante a Bienal.

    Exposição Literária A Academia Arapiraquense de Letras e Artes participou da VII Exposição Literária da Escola Santa Clara nos dias 12 e 12 com intensas atividades culturais de incentivo à leitura. O evento foi idealizado pelos educadores coordenação e direção da instituição de ensino. Todos os anos a instituição participa do evento com seus sócios efetivos e com exposição de livros de autores arapiraquenses membros da instituição. Este ano ficou definida uma homenagem aos nossos ancestrais Vovô e Vovó. Foram instalados 24 estandes, palco para as apresentações com 450 lugares. Foram apresentados trabalhos com base em 54 títulos de livros lidos e interpretados pelos alunos durante o ano letivo. Participaram da VII Exposição Literária os escritores Cláudio Olímpio. Domingos da Fonseca Sobrinho, Carlisson Galdino e Carlos Conceição sócios da ACALA.

    Fonte (link): http://robertogonsalves.com.br/2011/11/acala-fortalece-cultura-arapiraquense-e/

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