Davi Salsa

Davi Salsa

“No passado está a história do futuro!” – Cortés

 
“Sempre agradeço a Deus: Energia Suprema e Criadora Universal; á Fabiana, minha esposa e a meus filhos Ian Davi e Luís Eduardo; a meus pais e a toda minha família pelo acolhimento fraterno.”  – Davi Salsa
[ Fonte (frases): Livro “UNEAL – 40 Anos de Lutas e Conquistas” ]
 
 
BIOGRAFIA – Davi Salsa
 
Natural de Arapiraca/AL, o Jornalista Davi Barbosa Neto Salsa é graduado em Comunicação Social pela UFAL (Universidade Federal de Alagoas); bacharel em Letras pela UNEAL (Universidade Estadual de Alagoas) e radialista pelo NCA/Funesa (Núcleo de Cultura Avançada).
 
Davi Salsa foi aluno e presidente do Diretório Acadêmico da UNEAL, em meados da década de 1980, quando a instituição ainda funcionava como FFPA (Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca).
 
Como profissional de comunicação, já trabalhou nas emissoras de rádio Cultura e Novo Nordeste AM, na Cidade de Arapiraca, além dos jornais Novo Nordeste e nas sucursais do Tribuna de Alagoas,  Alagoas em Tempo, Gazeta de Alagoas, Assessoria de Comunicação das Prefeituras de Arapiraca e Pilar/AL.
 
Esteve na Assessoria de Comunicação da UNEAL no período de 1998 a 2010, e, atualmente trabalha como repórter da sucursal do Jornal Tribuna Independente, na Cidade de Arapiraca.
 
Davi Salsa já foi agraciado com três prêmios de jornalismo: Prêmio Banco do Brasil de Jornalismo (2002); Prêmio Mário Pedrosa de Jornalismo, pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Arquitetônico Nacional), em 2009, e Troféu Homens de Sucesso (2010), pela revista Grand Monde.
 
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LIVRO
 
Título: “UNEAL – 40 Anos de Lutas e Conquistas”
Autor: Davi Salsa
Ano de publicação: 2010
 
Sobre o Livro:
Neste livro-reportagem, o jornalista Davi Salsa narra a trajetória histórica da universidade, desde a criação da FUNEC (Fundação Educacional do Agreste), e as dificuldades surgidas nos primeiros anos de funcionamento,
passando pelo processo de lutas para a estadualização e sua transformação em universidade estadual até os dias atuais.
 
O autor desenvolveu uma pesquisa histórica, com análise de documentos, seleção de fotos e tomando o depoimento de ex-gestores, professores, ex-alunos e personalidades que contribuíram significativamente e ajudaram a
traçar o rumo que a UNEAL tomou e que levou a ocupar lugar de destaque no cenário da Educação Superior em Alagoas e no Brasil.
 
NOTA: Leia abaixo o primeiro capítulo do excelente Livro-Reportagem “UNEAL – 40 Anos de Lutas e Conquistas”, de autoria do jornalista arapiraquense Davi Salsa.
 
CAPÍTULO 1 – Arapiraca na Década de 1970
 
Impulsionado pela força da cultura do fumo, o município de Arapiraca vivenciava, na década de 1970, sua plena expansão econômica e social. Com uma população estimada em 90 mil habitantes, sendo 46 mil na área
urbana e 44 mil na zona rural,  Arapiraca registrava um índice de desenvolvimento (IDH) de educação de 0,297.
 
Naquele ano, o quadro da Educação em Alagoas não era muito diferente do contexto de Arapiraca. O Estado, com uma população de 316.867 estudantes, na faixa etária de 15 a 24 anos, apresentava baixa taxa de escolarização
bruta do ensino superior, com matrícula de apenas 2.476 alunos, o que representava o acesso ao nível superior de apenas 0,781% da população.
 
Apesar do crescente desenvolvimento econômico, os indicadores revelavam que a distribuição de renda não refletia positivamente nas áreas sociais, sobretudo no setor educacional.
 
Havia naquela época dez escolas de educação básica pertencentes á rede pública municipal e poucas unidades na rede particular de ensino em Arapiraca.
 
As duas redes já começavam a sentir os reflexos da imigração de pessoas oriundas de várias partes do Brasil, entre elas feirantes, comerciantes e profissionais liberais que viam em Arapiraca uma terra de oportunidades, um novo eldorado encravado no coração do Estado de Alagoas.
 
Gerenciado pelo dinâmico Prefeito João Batista Pereira da Silva, o Município estava em plena efervescência política e econômica.
 
[ Fonte: Livro “UNEAL – 40 anos de Lutas e Conquistas” ]
 
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JORNALISTAS ARAPIRAQUENSES GANHAM PRÊMIO NACIONAL / Matéria de Davi Salsa e Mònica Nunes foi Escolhida Entre as Três Melhores de 2008 ( Sinopse )
Por Redação ( Revista “Xereta” )

Reportagem produzida pelos jornalistas arapiraquenses Davi Salsa e Mônica Nunes, com o título “Memorial Resgata a História da Mulher no Agreste Alagoano”, foi uma das três vencedoras do Prêmio Mário Pedrosa de
Jornalismo – evento anual promovido pelo IPHAN (Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

A matéria, editada em novembro do ano passado, no Jornal “Tribuna Independente”, foi escolhida entre os três melhores trabalhos sobre museus brasileiros, publicados na mídia nacional no ano de 2008.

A reportagem destaca o conjunto de obras presentes no Memorial da Mulher Ceci Cunha, e o trabalho desenvolvido no espaço para resgatar a memória da mulher agrestina, a exemplo da criação de um acervo exclusivo para
preservar a tradição centenária do Canto das Destaladeiras de Fumo de Arapiraca.

O resultado do prêmio foi divulgado no último fim de semana, em Brasília. O Prêmio Mário Pedrosa é destinado a matérias jornalísticas sobre museus no Brasil, relacionadas ao tema: Museus como agentes de mudança social e
desenvolvimento.

A relação com os nomes dos três vencedores do concurso foi publicada no Diário Oficial da União (Edição Nº 39, Seção I, página 7).

Conforme prevê o regulamento do concurso, os jornalistas Davi Salsa e Mônica Nunes receberão um prêmio em dinheiro no valor de R$ 3 mil.

O Jornal “Tribuna Independente” também receberá do DEMU/IPHAN (Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) um diploma de menção honrosa pela
contribuição á memória nacional.

[ Fonte: Revista “Xereta”, Abril de 2009 ]

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Memorial Resgata História da Mulher no Agreste de Alagoas
Por Davi Salsa ( Repórter* /com colaboração da Jornalista Mônica Nunes )

Arapiraca (Sucursal) – Elas já não queimam mais sutiãs em praça pública, mas o fariam de novo, caso necessário. Afinal, as lutas e vitórias femininas não têm limites.

Uma história deixada por lideranças que marcaram suas vidas, em busca de novas conquistas, sobretudo nas áreas social e política e que estão sendo resgatados no Agreste alagoano, com a implantação do Memorial da Mulher Ceci Cunha.

Inaugurado no dia sete de março deste ano, não por acaso na véspera do Dia Internacional da Mulher, o espaço funciona nas imediações do Parque Municipal de Arapiraca, sendo mantido pelo poder público local.

O memorial tem o nome da ex-Deputada Federal Ceci Cunha, uma das mais expressivas lideranças políticas de Alagoas e que foi brutalmente assassinada a tiros de espingarda. Ceci Cunha faleceu no dia 16 de dezembro de 1998, momentos depois de ter sido diplomada deputada, em solenidade ocorrida no Fórum de Maceió.

A parlamentar foi executada juntamente com três familiares: o esposo Juvenal Cunha, o cunhado Iran Carlos Maranhão e a sogra da irmã, Ítala Neide Maranhão Pureza. Conhecida como “Chacina da Gruta”, o crime ganhou repercussão nacional. Médica obstetra, Ceci Cunha foi a primeira mulher eleita para a Câmara Federal por Alagoas.

Para Mulheres e Homens

Dotado de moderna estrutura, o Memorial da Mulher abriga obras, documentos e relíquias que relatam a história da participação feminina na construção da história de Arapiraca e de outros Municípios agrestinos.

A ideia é ultrapassar os limites da conservação de documentos, entrando na interatividade possível, via da Era Moderna, entrelaçando fatos do passado, presente e do futuro.

O Memorial da Mulher ocupa uma imponente localização na área de requalificação urbana do Centro da Cidade. É um dos únicos do País no gênero, com similar apenas no Rio Grande do Norte.

O espaço dispõe de auditório para 50 lugares, galeria, sala de reuniões, santuário, praça lateral e jardins. Sobre ele, um mirante com espaço para apresentações e transformado em área de lazer onde o público joga xadrez, jogo-de-dama, entre outras diversões.

Num toque bem feminino – e franqueado a todos – o local tem ainda um Café Cultural, com balcão para visitantes – disponível para a degustação de informações de temas voltados para a história da identidade feminina no Município.

A visita ao mundo das mulheres também é possível através de painéis fotográficos e de documentários com relatos de personalidades femininas.
O memorial tem ainda parceria com grupos da sociedade civil organizada, a exemplo da Associação dos Idosos e das Empregadas Domésticas, além de secretarias de governo, escolas, entre outros segmentos sociais.

O local virou símbolo e uma justa homenagem do povo às mulheres que se destacaram em diversos segmentos da atividade econômica, social e política na região.

Canto das Destaladeiras Escapa da Extinção

“Pisa Morena no caroço da mamona
você toma o amor das outras
mas o meu você não toma
Se tomar eu vou buscar
Pisa morena no caroço do Juá…”

A música ainda não é conhecida da indústria fonográfica – e tampouco toca nas rádios brasileiras – mas é, digamos, um hit entre os milhares de trabalhadores da agricultura de Alagoas e já vem sendo cantada em palcos de todo o País.

Os versos fazem parte de um conjunto de mais de 50 canções – já catalogadas – e que irão fazer parte do CD a ser lançado pelo Grupo de Destaladeiras de Canafístula – movimento cultural genuíno de Arapiraca, formado oficialmente no ano passado.

O álbum e um vídeo serão elaborados com recursos adquiridos por meio do Prêmio Culturas Populares, promovido pela Secretaria da Diversidade, do Ministério da Cultura, e que contemplou o Ponto de Cultura de Arapiraca “Cultura para o Desenvolvimento”.

O resultado desses trabalhos tem endereço certo e vai muito além dos fãs e admiradores que o grupo pretende conquistar: será entregue ao Memorial da Mulher Ceci Cunha. “ Será um presente que elas mesmas irão dar ao local, ampliando o acervo e deixando registrando um pouco da história dessas mulheres que fizeram o progresso da Cidade”, destacou a presidente da Associação de Moradores de Canafístula, Mariângela Lopes Barbosa, vista como um anjo-da-guarda entre as 20 destaladeiras-cantoras.

Mulheres como a Senhora Angelina da Silva, 72, viúva, mãe de oito filhos. Aposentada, ela vivia, até então, em estado permanente de depressão. “Todos os dias eu arrumava minha mortalha. Agora, eu nasci de novo”, desabafou.

Quem Canta os Males Espanta

Hoje elas são, sem exceção, o retrato fiel da alegria e do entusiasmo. Duas vezes por semana ensaiam a coreografia e a voz. Na agenda, aulas de canto em escola de música patrocinada pela Prefeitura de Arapiraca. Tudo para aprimorar uma vocação natural nascida através do ofício de destalar e juntar as folhas de fumo.

A profissão, multiplicada na região, por conta da ascensão da cultura do fumo, era praticada em grandes salões que reuniam milhares de pessoas. Numa jornada de trabalho que atravessava a madrugada, na época em que os rádios eram raros, era comum – e necessário – que surgisse algo que divertisse o grupo, mesclado por homens e mulheres.

Coube a elas, no entanto, a criação de uma espécie de brincadeira e que passou a ser levada a sério por quase quatro décadas. A partir de um mote nasciam os versinhos.

“Podia ser a fome, uma namorico novo ou até uma briguinha”, explicou Ana Xavier, 62, destaladeira por mais de 50 anos e cantora do grupo desde sua fundação. O canto, cantado na forma de quadrilhas, sextilhas ou até pé quebrado ( quando a rima não é obrigatória ), ultrapassou anos, atravessou gerações, mas não resistiria aos novos ritmos da vida moderna.

A aplicação das leis trabalhistas, por exemplo. Afinal, já não é mais permitida a jornada de trabalho ampliada, a presença das crianças no trabalho e a chegada dos aparelhos eletrônicos trazendo músicas para os mais variados gostos musicais.

Mesmo resgatadas através do livro do Historiador Zezito Guedes, denominado “As Cantigas das Destaladeiras”, as músicas estavam ameaçadas de extinção, pois não eram mais cantadas. Até que surgiu a primeira iniciativa de renascimento na Vila Fernandes, na zona rural de Arapiraca, e, mais recentemente, a do grupo de mulheres de Canafístula. Felizes da vida, literalmente, elas cantam. Fazem isso sem cerimônia e sobre qualquer pretexto. Ainda como no passado, improvisam ou repetem a ladainha dos tempos em que Arapiraca era conhecida como a “Capital Brasileira do Fumo”.

Tempo em que elas, anonimamente, construíram essa história de desenvolvimento e progresso. Hoje, vestidas em figurino apropriado e produzido por elas, as arrancam aplausos – como na apresentação de Juazeiro, no Ceará. Assim, mesmo com os dias contados para desaparecer dos salões de fumo, as cantadoras-destaladeiras trabalham pela preservação da “espécie”. Fazem isso através do Grupo de Canafístula e da formação de novos cantores formados pelo Projeto Mestres da Cultura Popular Ação Griô, do qual Dona Angelina faz parte.

Nas escolas da rede pública municipal ela dá aulas de Cultura Popular e, mais ainda, de como é possível ser e fazer feliz através da arte. “ Hoje quero viver para cantar muito mais “, garantiu.

Fonte: AL Notícias.

[ Fonte: http://www.queremosjustica.com.br ]

  • Graduado em Comunicação Social pela UFAL e bacharel em Letras pela UNEAL. Ganhador dos prêmios: Banco do Brasil, em 2002, e Mário Pedrosa de Jornalismo, em 2009. Hoje é assessor de Comunicação da Prefeitura Municipal de Arapiraca.

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Jornalista de Arapiraca tem Reportagem Publicada em Livro Didático
Redação com TribunaHoje

Matéria publicada pelo jornalista Davi Salsa, da Sucursal do Jornal Tribuna Independente, em Arapiraca, e colaborador do site Expresso1.com, está sendo utilizada pela Editora Positivo, como fonte de pesquisas e estudos para alunos de todo o Brasil.
A reportagem relatando a história da catadora de material reciclável Babi Bezerra, que montou uma biblioteca particular com mais de 1.980 livros retirados do lixo, faz parte do livro didático Manacá Língua Portuguesa para alunos do 5º ano do Ensino Fundamental.
Com o título, “Catadora de Sonhos”, a matéria publicada no ano de 2013 ganhou repercussão em diversos sites pelo Brasil, incluindo o Conselho Regional de Biblioteconomia, em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, e o site Barquinho Cultural, na cidade de São Paulo.

Por conta disso, a Editora Positivo, com sede na cidade de Curitiba, no estado do Paraná, que produz livros didáticos para todo o país, escolheu a reportagem do jornalista Davi Salsa para ser trabalhada em sala de aula com estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental, na disciplina Língua Portuguesa.

O livro tem como autoras as professoras e escritoras Cláudia Miranda e Vera Lúcia Rodrigues.

A reportagem está inserida no capítulo “A Hora da Leitura”, que dissecou o texto em seis páginas, incluindo foto e ilustrações acerca do tema da matéria jornalística.

De acordo com a iconógrafa da Editora Positivo, Carla Cristina Andrequetto, a reportagem com a catadora de lixo Babi Bezerra servirá de fonte de estudo e interpretação de texto com os alunos.

Em outro capítulo do livro, “Pensando Sobre o Texto”, foram elaboradas oito questões para os jovens analisarem trechos da reportagem e respoderem as questões acerca da comparação entre o título e o subtítulo da matéria e a importância da reciclagem e reutilização do lixo para fins de interesse social.

A edição que conta a história da catadora de livros Babi Bezerra tem uma tiragem de 10 mil exemplares para versão impressa e também na versão digital.

“Tivemos a oportunidade de ver a matéria no site e no jornal. Com base na importância do tema, fizemos um planejamento e a troca de conhecimento entre os editores para escolher o material para ser utilizado como fonte de estudos dos alunos, e melhor aproveitamento possível do conteúdo para o aprendizado da Língua Portuguesa”, explicou a iconógrafa da Editora Positivo, Carla Andrequetto.

Fonte (link): http://www.expresso1.com/editoria/arapiraca/jornalista-de-arapiraca-tem-reportagem-publicada-em-livro-didatico/1/1918

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CONTATO ( Davi Salsa)

E-mail: davi.salsa@hotmail.com

[ Editado por Pedro Jorge / E-mail: pjorge-65@hotmail.com ]

3 Respostas para “Davi Salsa

  1. Obs: Os nomes dos Artistas Arapiraquenses, existem pessoas citadas que não são de nossa querida Arapiraca. São eles; teco teco, Afrisio Acacio, Nelson Filho, Alves Correia e outros mais. Peço que a redação deste site se intere mais das informações de nomes pesquisados. Obrigado pela atenção. Mr Xereta

    • Olá Mr. Xereta!
      Obrigado por teres visualizado o Blog Arapiraca Legal: um autêntico instrumento de comunicação e de fonte de pesquisas para estudantes e todos que queiram conhecer a história de nossa próspera Cidade. O nosso propósito é divulgar a História e a Arte (expressão universal) em todas as suas vertentes…
      Quanto ao fato de serem incluídos não só artistas naturais de nossa Cidade, não é o que importa! O nosso objetivo é divulgar e valorizar os artistas, radialistas e escritores naturais, radicados e/ou que iniciaram as suas trajetórias artísticas em nossa querida Arapiraca – que acolhe a todos com amor e carinho!
      Somos todos um…
      Obrigado pelo comentário!
      Viva a Arte!
      Assina: Administração do Blog Arapiraca Legal.

  2. “Parabéns ao nobre jornalista e a todos que reconheceram o seu trabalho e especialmente ao valoroso povo arapiraquense!” – (José Carlos Gueta, “POETA DO ABC”)

    Fonte: Facebook “Pedro Jorge”.

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